Formação e atuação
Sou psicólogo, com registro profissional CRP 02/21.404, atuando em atendimento clínico de forma particular.
Minha prática é voltada ao acompanhamento de pessoas que enfrentam angústia, ansiedade, conflitos internos e momentos decisivos da vida. Meu trabalho é conduzido em sessões individuais, em ambiente reservado, com atenção à singularidade de cada história.
Ao longo da formação e da experiência clínica, me aprofundei em perspectivas que compreendem o sofrimento psíquico não apenas como sintoma a ser eliminado, mas como expressão de questões fundamentais da existência humana.


"Quando a liberdade explode na alma de um homem, os deuses perdem todo o poder sobre ele. Passa então a ser uma coisa puramente humana e só os outros homens podem matá-lo ou deixá-lo viver." JEAN-PAUL SARTRE
Orientação clínica
Minha abordagem é orientada pela tradição existencial, compreendendo o ser humano como alguém que se constitui em meio a escolhas, responsabilidades, limites e possibilidades.
A angústia, nessa perspectiva, não é apenas algo a ser silenciado, mas um sinal que aponta para conflitos de sentido, impasses nas decisões e tensões próprias do existir.
O trabalho clínico consiste em oferecer um espaço de escuta rigorosa e cuidadosa, onde seja possível:
compreender conflitos internos com maior clareza;
elaborar impasses pessoais e relacionais;
atravessar momentos de crise com mais consciência;
assumir decisões de forma responsável e refletida.
Trata-se de um processo que não promete respostas prontas, mas favorece um encontro mais lúcido com a própria experiência.
O que me levou à Psicologia
Desde muito cedo, fui profundamente atraído por questões que ultrapassavam o cotidiano imediato. Perguntas sobre o que é o ser, por que existimos, como se constitui a identidade e qual o sentido das escolhas sempre me acompanharam.
A filosofia esteve presente desde a infância como uma inquietação silenciosa — uma espécie de chamado persistente. Autores como Friedrich Nietzsche, Jean-Paul Sartre e Albert Camus, assim como a literatura de Fiódor Dostoiévski e Franz Kafka, não foram apenas referências intelectuais, mas companhias em um percurso de reflexão sobre liberdade, responsabilidade, absurdo, culpa e sentido.
Ingressar no curso de Psicologia foi, de certo modo, um acerto de contas com essa inclinação antiga. Não se tratava apenas de uma escolha profissional, mas de uma resposta a esse chamado interior.
Durante a formação, o encontro com o existencialismo consolidou aquilo que já se anunciava: compreender a existência humana tornou-se não apenas objeto de estudo, mas espinha dorsal da minha própria vida. Hoje, encontro sentido no trabalho clínico justamente por participar, com responsabilidade e cuidado, do processo pelo qual o outro busca compreender e sustentar o próprio sentido.
Ética e compromisso
A prática clínica é orientada pelos princípios éticos da profissão, especialmente no que se refere ao sigilo, à responsabilidade técnica e ao respeito absoluto à singularidade de cada pessoa.
O atendimento é conduzido com discrição, seriedade e compromisso com a escuta. Não se trata de oferecer fórmulas, mas de sustentar um espaço onde a palavra possa emergir sem julgamento, e onde a experiência possa ser elaborada com profundidade.
A psicoterapia, para mim, não é apenas um trabalho. É um campo de encontro com aquilo que constitui o humano em sua vulnerabilidade e em sua potência.
Se você atravessa um momento de angústia, conflito ou decisão importante, o acompanhamento pode ser um espaço legítimo para compreender o que está em jogo e encontrar caminhos mais conscientes para seguir.
Estou à disposição para dialogar e esclarecer dúvidas sobre o funcionamento do atendimento.
A experiência com Flávio Sousa foi transformadora. Sua abordagem fenomenológica me ajudou a entender minhas angústias e a ressignificar minha trajetória de vida.
M. S.
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